quarta-feira, 15 de abril de 2009

Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais

Compreendi através do texto do professor Cláudio Roberto Baptista, “A inclusão e seus sentidos: entre edifícios e tendas” que podemos superar a forma tradicional com a qual estamos habituadas a trabalhar (ou a presenciar nas escolas que é colocada pelo professor como uma “pedagogia tradicional”) através da “cooperação e do diálogo”. E seria através dessa superação que poderíamos entender melhor os vários sentidos da inclusão escolar e como poderíamos realmente “colocar as mãos na massa...”
Não esquecendo que essa “superação” não pode ser total, mas sim “incompleta” devido a sua dimensão que abrange: formação de educadores, educação de qualidade, disciplinas específicas, integração e uma infinidade de processos de transformações no âmbito educacional.
Essa “pedagogia tradicional” o professor relaciona a “edifícios didáticos” construídos solidamente sobre blocos de conhecimentos obtidos por experiências toscas e sugere que continuemos na busca de “integração/conclusão” na “construção das tendas” que nada mais é do que a nossa coragem de questionar os ideais educativos, trocar idéias e tentar inovar.

2 comentários:

By Benites disse...

Simone!

Esta temática deve ser uma meta para nós.
Temos que nos preparar para entender a inclusão e depois participar dela.
Sem entendimento e técinca não chegamos lá.
Ok.
Benites

Simone disse...

Sim Professor!

Gostaria de comentar sobre o texto da Drª. Rosalba Garcia sobre a inclusão no município de Florianópolis, através das salas Multifuncionais e Multimeios em escolas pólos da cidade, para atendimento aos alunos com necessidades educacionais especiais da região. Este material não tem o objetivo de ser seguido como exemplo, mas sim de ser um referencial para analisarmos com criticidade, com questionamentos sobre a inclusão e exclusão.
Talvez essas salas trariam mais preconceitos ainda as diversidades de aprendizagem. O ideal quem sabe, seria que todos os professores estivessem capacitados para atender “todos os alunos” dentro da sala de aula. Tarefa difícil e que precisa de tempo, conscientização e recursos financeiros de toda a comunidade escolar e órgãos locais, no caso da nossa TC, para acontecer.

Abraços.