Surge outra questão muito séria, a de quem irá diferenciar as dificuldades comuns das incomuns. Para que então possa ser feito o devido encaminhamento. Concordo que estudos devem ser propiciados aos educadores, através “da ampliação das produções teóricas que auxiliem a compreender” e colocar em prática “organizações curriculares e suas alterações, quando necessárias” para “atender à diversidade de características de aprendizagem” de cada aluno.
(Prieto, Rosângela, Sessão Especial - Políticas de Melhoria da EScola Pública Para Todos: Tensões Atuais)
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3 comentários:
Simone!
Pelo que vejo este tema sobre os PNE chamou a tua atenção. Realmente temos que estar preparados. Você está se preparando para esta realidade? Na tua escola existem alunos PNE?
Você já trabalhou com alunos PNE?
Aguardo.
Benites
Olá Professor Benites!
A experiência que obtive com alunos PNE foi no ano passado, quando trabalhei como monitora de informática da escola Felipe Scheffer. Havia alunos com deficiências de aprendizagem incomuns, deficiência física, deficiência mental e outras. Já que nesta escola não havia sala de recursos, freqüentavam o laboratório de aprendizagens e a Apae em turno inverso. Havia também os alunos que utilizavam outros serviços que a Apae oferece, como de fonoaudióloga e psicóloga.
Também atendia no “Labin”, em dois períodos da manhã e dois da tarde, alunos da escola Apae. Eles tinham horários fixos, onde jogavam na internet, digitavam textos no Word ou desenhavam no paint.
Na turma que estou acompanhando, de 3° ano, em outra escola neste semestre, não há alunos com necessidades especiais. Então para trabalhar no dossiê, optei por um caso de um aluno com necessidades especiais que está na 5ª série e tem quinze anos.
No entanto há vários casos PNE por se tratar de uma escola estadual, com aproximadamente, 900 alunos que oferece do ensino fundamental ao ensino médio, nos turnos manhã, tarde e noite.
Bom, não me sentia preparada para trabalhar com alunos especiais inseridos no ensino regular. E agora, após tantos estudos através desta Interdisciplina de Educação Especial, aqueles velhos conceitos sobre inclusão, caíram por terra, na verdade, acredito que não sabia o que era. As coisas são muito mais complexas, difíceis, mas possíveis.
Não estou totalmente preparada, mas estou me esforçando interando-me sobre o assunto e a realidade do nosso município, tanto no que diz respeito à estrutura econômica, como na visão de toda a comunidade sobre a inclusão.
Abraços e bom domingo!! (Professor, os seus comentários às postagens são para continuar respondendo aqui mesmo
Simone!
Quantas coisas interessantes você coloca nesta postagem.
Fico satisfeito em visualizar suas experiências com os questionamentos que fiz. Sempre temos muito mais a dizer sobre nossas experiências e vivências. Trabalhamos com pessoas, estas muito ricas e afetuosas para nossa prática docente.
Bem estou satisfeito com meus questionamentos.
A conversa que queremos ter com vocês é que sejam atentos aos nosso comentários e visualizem se existe alguma pergunta para seguir convesando. Nesta caso as perguntas que fiz para vocês já estão respondidas.
OK.
Benites
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