quarta-feira, 21 de abril de 2010

Estágio...

Refletindo ainda sobre as arquiteturas pedagógicas, uma coisa é ler o material das autoras e perceber as arquiteturas aplicadas conosco no decorrer do nosso curso, como na trilha da Interdisciplina de Psicologia. Outra coisa é aplicar na sala de aula, já que durante dois semestres desenvolvemos somente PAs, mas não aprendemos a desenvolver arquiteturas pedagógicas para nossos supostos alunos. Eu, particularmente nunca tinha ouvido falar no termo “arquitetura pedagógica” antes do início deste semestre. Até semana passada estava muito angustiada, pois fiz a leitura do texto “Arquiteturas pedagógicas para a educação a distância” inúmeras vezes e só reconhecia a arquitetura de projetos de aprendizagem, estudadas em semestres anteriores. Tamanha foi minha surpresa, ao deparar-me com os trabalhos realizados pelas alunas do Pólo de Alvorada “Atividades Desafiadoras”, me parece que no semestre VII.
Hoje, eu e as colegas Sandra Evaldt e Elizete Borges, nos reunimos para discutir e trocar idéias, sobre os exemplos das colegas de Alvorada e foi bem produtivo. Fiquei encantada, em especial, pelos textos coletivos e pelas atividades desafiadoras do lixo e da planta da casa. Mesmo assim, continuo muito angustiada, por medo de não conseguir cumprir a proposta do estágio, quanto as arquiteturas, diferente do PA que mesmo com as dificuldades da realidade da escola e com os embates devido ao estilo tradicional desta, pelo menos é uma metodologia com a qual trabalhei durante o curso.

2 comentários:

Rosângela disse...

Oi Simone,

Fico feliz que tenhas encontrado outras maneiras de avançar na compreensão do texto e do termo "arquiteturas pedagógicas". Essa noção não se limita às atividades apresentadas no texto que leste, ali estão sugestões, outras podem ser criadas/construídas/adaptadas por vocês no trabalho docente. O importante é compreender o que significa "arquitetura pedagógica", que etapas ela compreende, que concepção de aprendizagem está subjacente aí.
Com base, vocês tem de ousar, inovar, experimentar e para isso não há necessidade de vivenciarem a experiência antes de aplicá-la (como aconteceu com os PAs). Lembrem-se: O professor também é um aprendiz, ele não precisa dominar tudo, mas saber refletir para tomar ações adequadas.
Então, arrisquem mais, ousem mais, inovem sem medo!

Beijos, Rô Leffa

Simone disse...

Oi Profe!!
Não somos mesmo detentores do conhecimento, estamos sempre aprendendo. E acho mesmo que estou compreendendo melhor os significados das arquiteturas pedagógicas.
Abraços. Simone.