A partir do livro "Conhecendo o aluno com deficiência física" de Bersch e Machado, observei na página 18 do capítulo I, que independente da deficiência física do aluno, ele responderá aos desafios diários encontrados no meio (no caso na escola de ensino regular) a partir do desenvolvimento de novas habilidades ou de habilidades que não desenvolvera.
O que comprova isto são os estudos sobre plasticidade neural, que demonstra que o “ser humano é ilimitado, apesar das condições genéticas ou neurológicas”.
O aluno então, independente da sua condição, aprende com o colega, com a sua turma, com a professora, com a escola, com os pais...
Mas, seguindo estes estudos e partindo do ponto que temos que tratar o aluno deficiente com a maior normalidade possível, já que ele mesmo pode superar suas deficiências e limites, então, não teríamos que nos deter em preparar atividades a parte para este aluno. As aulas seriam para “todos”.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Filosofia da Educação
Após assistir o filme "O Clube do Imperador", em minha opinião a decisão do professor foi moralmente incorreta, na cena onde ocorre a competição de conhecimentos e ele descobre que um aluno está colando.
O caráter de um indivíduo é formado a partir dos exemplos de seus familiares e pessoas próximas, mas também pode ser alterado conforme a sua conduta nas brincadeiras e aprendizagens desde a infância. Se cometer erros como a mentira, o plágio ou o engano deve ser punido e corrigido, principalmente quando esses deslizes ocorrem por vaidade e ambição.
Reforço que neste conflito moral, a solução tomada pelo professor foi incorreta. E isto se refletirá mais tarde aparecendo inclusive, nas próximas cenas do filme, onde o aluno cola novamente. Mas estando agora na fase adulta, casado e com filhos, como um político bem sucedido e provavelmente corrupto, sucessor de seu falecido pai.
O caráter de um indivíduo é formado a partir dos exemplos de seus familiares e pessoas próximas, mas também pode ser alterado conforme a sua conduta nas brincadeiras e aprendizagens desde a infância. Se cometer erros como a mentira, o plágio ou o engano deve ser punido e corrigido, principalmente quando esses deslizes ocorrem por vaidade e ambição.
Reforço que neste conflito moral, a solução tomada pelo professor foi incorreta. E isto se refletirá mais tarde aparecendo inclusive, nas próximas cenas do filme, onde o aluno cola novamente. Mas estando agora na fase adulta, casado e com filhos, como um político bem sucedido e provavelmente corrupto, sucessor de seu falecido pai.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais
O texto “Políticas de Melhoria da Escola Pública para Todos: Tensões Atuais” de Prieto, Rosângela nos trás várias informações. Como por exemplo, que apesar dos vários documentos existentes garantindo que “todo homem tem direito a instrução”, o número de pessoas com necessidades educacionais especiais que recebem atendimento educacional, não ultrapassam 10%. Provavelmente isto seja devido à imprecisão das definições dos conceitos sobre portadores de deficiências e necessidades educacionais especiais, utilizados nos documentos legais.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Seminário Integrador VI
Análise do meu Relatório sobre o PA “Reaproveitamento do Lixo”
Realmente este Projeto de Aprendizagem aguçou a minha curiosidade e criticidade no sentido de me interar sobre de que forma o reaproveitamento do lixo pode influenciar no desenvolvimento deste município, Itati.
Apesar de saber do empenho do grupo para realizar o projeto, observei que a pesquisa não responde ao que a pergunta sugere “desenvolvimento”. Esta palavra nos dá um sentido muito amplo, desenvolvimento pode ser: econômico, financeiro, qualidade de vida ou até conscientização da população.
Volto atrás quando disse que todas as certezas poderiam ser resumidas em duas: “O reaproveitamento de lixo gera qualidade de vida” e “A reciclagem gera ou amplia renda”. Constato que a certeza: “O reaproveitamento de lixo gera qualidade de vida”, seria suficiente, pois subentendo que ter uma renda mensal digna que propicie as necessidades, pelo menos básicas de uma família, também faz parte da “qualidade de vida”.
Relendo o meu relatório, esqueci de mencionar que senti falta dos dados obtidos pelo grupo nas entrevistas, pesquisas e saídas de campos: com autoridades locais, Emater, Sema, secretaria da Agricultura, usina de reciclagem, coletadores e depósitos de lixo. Talvez isso se dê devido ao fato do projeto estar em andamento.
Nestes dados poderia estar contida a resposta para o projeto. Quantas pessoas direta e indiretamente, estão ou estarão inseridas neste projeto de reaproveitamento de lixo? E quantas famílias são ou serão beneficiadas, aumentando a sua renda? Qual o valor? Será em forma de cooperativas, como funciona ou funcionará?
Através da explicitação poder-se-ia constatar se o desenvolvimento de Itati pode ser significativo ou não mediante reaproveitamento do lixo. O grupo poderia ir além, buscando informações de outros municípios que fazem o reaproveitamento e tentar adaptar ou comparar a realidade de Itati.
Enfim, me encantei pela pergunta e vejo um “leque de opções”, para que o grupo continue buscando as respostas desenvolvendo este projeto.
Realmente este Projeto de Aprendizagem aguçou a minha curiosidade e criticidade no sentido de me interar sobre de que forma o reaproveitamento do lixo pode influenciar no desenvolvimento deste município, Itati.
Apesar de saber do empenho do grupo para realizar o projeto, observei que a pesquisa não responde ao que a pergunta sugere “desenvolvimento”. Esta palavra nos dá um sentido muito amplo, desenvolvimento pode ser: econômico, financeiro, qualidade de vida ou até conscientização da população.
Volto atrás quando disse que todas as certezas poderiam ser resumidas em duas: “O reaproveitamento de lixo gera qualidade de vida” e “A reciclagem gera ou amplia renda”. Constato que a certeza: “O reaproveitamento de lixo gera qualidade de vida”, seria suficiente, pois subentendo que ter uma renda mensal digna que propicie as necessidades, pelo menos básicas de uma família, também faz parte da “qualidade de vida”.
Relendo o meu relatório, esqueci de mencionar que senti falta dos dados obtidos pelo grupo nas entrevistas, pesquisas e saídas de campos: com autoridades locais, Emater, Sema, secretaria da Agricultura, usina de reciclagem, coletadores e depósitos de lixo. Talvez isso se dê devido ao fato do projeto estar em andamento.
Nestes dados poderia estar contida a resposta para o projeto. Quantas pessoas direta e indiretamente, estão ou estarão inseridas neste projeto de reaproveitamento de lixo? E quantas famílias são ou serão beneficiadas, aumentando a sua renda? Qual o valor? Será em forma de cooperativas, como funciona ou funcionará?
Através da explicitação poder-se-ia constatar se o desenvolvimento de Itati pode ser significativo ou não mediante reaproveitamento do lixo. O grupo poderia ir além, buscando informações de outros municípios que fazem o reaproveitamento e tentar adaptar ou comparar a realidade de Itati.
Enfim, me encantei pela pergunta e vejo um “leque de opções”, para que o grupo continue buscando as respostas desenvolvendo este projeto.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Educação de Pessoas Com Necessidades Educacionais Especiais
Surge outra questão muito séria, a de quem irá diferenciar as dificuldades comuns das incomuns. Para que então possa ser feito o devido encaminhamento. Concordo que estudos devem ser propiciados aos educadores, através “da ampliação das produções teóricas que auxiliem a compreender” e colocar em prática “organizações curriculares e suas alterações, quando necessárias” para “atender à diversidade de características de aprendizagem” de cada aluno.
(Prieto, Rosângela, Sessão Especial - Políticas de Melhoria da EScola Pública Para Todos: Tensões Atuais)
(Prieto, Rosângela, Sessão Especial - Políticas de Melhoria da EScola Pública Para Todos: Tensões Atuais)
Educação de Pessoas Com Necessidades Educacionais Especiais
O texto de Prieto, Rosângela Gavioli – FE/USP Sessão Especial – “Políticas de Melhoria da Escola Publica para Todos: Tensões Atuais” nos faz refletir sobre a situação atual da Educação no Brasil, referente à universalização (entendo que se refere à inclusão) do acesso ao ensino fundamental e ensino médio para todos.
Percebo que os conceitos de aluno especial, foram evoluindo ao longo dos tempos. Antes essas definições se atribuíam apenas às crianças portadoras de deficiências físicas, mentais, visuais e auditivas extremamente evidenciadas.
No entanto, hoje aluno especial pode ser aquele que em um determinado momento da sua vida escolar, apresente dificuldades ou facilidades incomuns. E venha a necessitar de recursos que o auxiliem o seu desenvolvimento, evitando a desmotivação, a evasão, a reprovação e a exclusão deste estudante na instituição de ensino e na sociedade, consequentemente.
Percebo que os conceitos de aluno especial, foram evoluindo ao longo dos tempos. Antes essas definições se atribuíam apenas às crianças portadoras de deficiências físicas, mentais, visuais e auditivas extremamente evidenciadas.
No entanto, hoje aluno especial pode ser aquele que em um determinado momento da sua vida escolar, apresente dificuldades ou facilidades incomuns. E venha a necessitar de recursos que o auxiliem o seu desenvolvimento, evitando a desmotivação, a evasão, a reprovação e a exclusão deste estudante na instituição de ensino e na sociedade, consequentemente.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais
Salas de “MULTIMEIOS” em “escolas pólos” com professores e espaços especializados para atender a região.
Foi uma das ações e estratégias, desenvolvidas para incluir alunos com necessidades, adotadas pelo município de Florianópolis/SC. Isso demonstra que este município assumiu uma posição inclusiva através de políticas pedagógicas. Conforme entendimento do texto “Política de Educação Inclusiva e Trabalho Pedagógico: Uma análise do Modelo de Educação Especial na Educação Básica” de Rosalba Maria C. Garcia.
Porém em Três Cachoeiras/RS, teríamos que partir num primeiro momento, de uma conscientização das formas organizativas do trabalho pedagógico e formação dos professores, como também nos apropriar de informações sobre os recursos financeiros que o município disporia para tais projetos.
Foi uma das ações e estratégias, desenvolvidas para incluir alunos com necessidades, adotadas pelo município de Florianópolis/SC. Isso demonstra que este município assumiu uma posição inclusiva através de políticas pedagógicas. Conforme entendimento do texto “Política de Educação Inclusiva e Trabalho Pedagógico: Uma análise do Modelo de Educação Especial na Educação Básica” de Rosalba Maria C. Garcia.
Porém em Três Cachoeiras/RS, teríamos que partir num primeiro momento, de uma conscientização das formas organizativas do trabalho pedagógico e formação dos professores, como também nos apropriar de informações sobre os recursos financeiros que o município disporia para tais projetos.
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