Na Bienal, durante a visita as exposições, notei que os artistas através de suas obras, manifestaram a forma de como viam o mundo ou de como o mundo se refletia através delas.
Cada obra expressava um sentimento, uma forma de pensar diante uma situação ou um estado de espírito.
Questionei e refleti algumas obras, como aquela do vidro, onde o original passa a ser cópia e a cópia passa a ser o original; a obra dos carros no trânsito que produzem a música. Ambas de Macchi.
Já outras, olhei meio que descompromissadamente, por que por prazer: a da sala branca com furos nas paredes de acordo com os reflexos do globo. O exercício que desenvolvemos, demos as mãos e fizemos dois círculos, caminhamos olhando para cima para conferirmos os furos com os reflexos.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
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