quarta-feira, 1 de julho de 2009
Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia II
Os processos de aprendizagem, segundo Piaget, na teoria construtivista, se dão pelo ambiente em que os alunos estão inseridos, como também, a forma como estes se relacionam. Compreendo então, que o desenvolvimento moral, da criança está presente em todos os momentos: dentro da sala de aula, na hora do recreio, em casa, na rua, etc. É fato que deve ser trabalhada (moralidade) constantemente, em todas as disciplinas como ciências, matemática, estudos sociais, português, educação física. E não, simplesmente ser restringido a uma disciplina, como já foi há alguns anos atrás (moral e cívica). Existem dois tipos de morais, descritas por Piaget (1994): a heteronomia e a autonomia.
Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais
Para educar em meio a tantas diversidades, acredito ser necessário um currículo que abranja todos os alunos, em suas particularidades. Precisamos de qualidade no ensino para suprir uma sociedade atual e futura, onde o maior bem, é e será, o conhecimento. E para iniciar um trabalho de qualidade, para uma turma, com alunos diferentes, podemos partir do ponto de que cada aluno sabe alguma coisa e que podem aprender muitas outras, de acordo, com o seu rítimo individual. (Pistóia, Lenise Caçula. “Diversidade e Currículo”).
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais
Conforme Fierro no texto, “Os alunos com deficiência mental”, a medição da inteligência nasceu a partir do objetivo de escolarizar as crianças. Isso diferenciou as crianças capazes das “incapazes” de freqüentar as escolas públicas da Europa, a tempos atrás...
Nestes testes de medição de QI foram comprovados erros que alteraram os resultados. Além disso, alguns programas educacionais de “ensinar a pensar ou de melhorar a inteligência”, mostraram também que o QI não é tão estável quanto se pensou, por alterar a pontuação dos testes de intelecto de pessoas com deficiência mental.
Ainda no texto de Fierro, "Os alunos com deficência mental", compreendi melhor, a preferência pela rotina apresentadas, pelas pessoas com baixa capacidade intelectual, já que estas lhe proporcionam segurança. Tais preferências de rotinas, podem e devem ser aproveitadas em trabalhos repetitivos. O que serve, para que estas pessoas, possam custear suas despesas. Por outro lado, educacionalmente, seria na novidade de atividades, em “doses razoáveis de acordo com cada um”, que teriam um melhor desenvolvimento pessoal.
Nestes testes de medição de QI foram comprovados erros que alteraram os resultados. Além disso, alguns programas educacionais de “ensinar a pensar ou de melhorar a inteligência”, mostraram também que o QI não é tão estável quanto se pensou, por alterar a pontuação dos testes de intelecto de pessoas com deficiência mental.
Ainda no texto de Fierro, "Os alunos com deficência mental", compreendi melhor, a preferência pela rotina apresentadas, pelas pessoas com baixa capacidade intelectual, já que estas lhe proporcionam segurança. Tais preferências de rotinas, podem e devem ser aproveitadas em trabalhos repetitivos. O que serve, para que estas pessoas, possam custear suas despesas. Por outro lado, educacionalmente, seria na novidade de atividades, em “doses razoáveis de acordo com cada um”, que teriam um melhor desenvolvimento pessoal.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Questões Étnico Raciais
Conforme o texto de Petersen, Bergamaschi e Santos, “Semana Indígena: Ações e Reflexões Interculturais na Formação de Professores”, observei que as crianças com as suas palavras demonstraram saber e perceber o que as autoras descreveram, sobre a “terra dos mil povos”: com diversas tribos de diferentes línguas, características culturais e econômicas, que aqui existiu um dia. Logo chegaram à conclusão de que alguma coisa aconteceu. Pois essas quantidades de povos indígenas diversificados, não existem mais.
A respeito da nossa descendência africana, percebi uma resistência muito grande. Como diz no texto de Paré, “Auto-Imagem e Auto-Estima na Criança Negra: um olhar sobre o seu Desempenho Escolar”, a “discriminação na escola é um reflexo dos preconceitos na sociedade brasileira”. Mesmo os mestiços, que possuem características de cor e traços evidentemente de descendência negra e indígena, não se auto-reconheceram e mencionaram também descendência européia pura. E intrigante que os demais colegas de cor branca, cabelos louros e olhos azuis, não questionaram o fato dos mestiços serem de tal cor e citar as mesmas descendências que as suas. Não por não perceberem, mas talvez para não terem que questionar sobre “algo embaraçoso”.
A respeito da nossa descendência africana, percebi uma resistência muito grande. Como diz no texto de Paré, “Auto-Imagem e Auto-Estima na Criança Negra: um olhar sobre o seu Desempenho Escolar”, a “discriminação na escola é um reflexo dos preconceitos na sociedade brasileira”. Mesmo os mestiços, que possuem características de cor e traços evidentemente de descendência negra e indígena, não se auto-reconheceram e mencionaram também descendência européia pura. E intrigante que os demais colegas de cor branca, cabelos louros e olhos azuis, não questionaram o fato dos mestiços serem de tal cor e citar as mesmas descendências que as suas. Não por não perceberem, mas talvez para não terem que questionar sobre “algo embaraçoso”.
domingo, 7 de junho de 2009
Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais
No texto de Cleonice Bosa, “Autismo: Atuais interpretações para antigas observações”, interessou-me, a parte em que fala que os estudos mais recentes comprovam que “nem todos os autistas mostram aversão ao toque ou isolamento”. E que algumas crianças portadoras desta síndrome buscam o contato físico com seus pais e professores. O que acontece é que mostram uma forma de comunicação diferente e se esforçam muito para serem compreendidas. A autora cita um exemplo de uma criança que se refere a “Maria Amarela” para se referir a casa de uma pessoa que é sua conhecida (a cor da casa era amarela). Esse comportamento de isolamento, muitas vezes, seria devido a falta de compreensão pelo que está acontecendo a sua volta.
domingo, 31 de maio de 2009
Explorando Projetos de Aprendizagem na Educação a Distância:
Enviamos um resumo explanado e nos inscrevemos para a categoria “Relatos”, para o 4° e 5° Salão de Graduação e EAD, da UFRGS. As inscrições foram em abril e o Salão ocorreu nos dias 27, 28 e 29 de maio de 2009.
O resumo explanado era sobre o Projeto de Aprendizagem que realizamos no Semestre V, Interdisciplinas de Seminário Integrador V e Projeto Pedagógico em Ação, professor (as) Nádie Christina Ferreira Machado e Eliana Ventorini.
No resumo explanado descrevemos nossas descobertas sobre o tema pesquisado, mas nosso objetivo maior foi destacar a utilização das ferramentas tecnológicas, através do Rooda, no Webfólio do grupo, criado por nós (Rooda é uma das plataformas disponibilizadas pela UFRGS para o trabalho pedagógico á distância) e do Pbwork (uma ferramenta que permite a interação, a criação de páginas e a construção coletiva de conteúdos) para desenvolver uma metodologia de trabalho à distância, no nosso caso o PA (Projeto de Aprendizagem).
Descrevemos a importância dos encontros virtuais entre os integrantes do grupo, através também do MSN (Chats) e troca diária de e-mails.
Não esquecemos de evidenciar todos os registros que fizemos no Diário de Bordo do Grupo no Rooda, onde citávamos tanto o rendimento do grupo nos encontros presenciais, quanto nos virtuais.
O Fórum foi a “estrela” da apresentação por ter sido criado e mediado pelas componentes do grupo durante todo o projeto. Servindo como um espaço de interação entre o grupo. Espaço onde marcávamos desde a hora e o local dos encontros, até a listagem de perguntas para entrevistas e detalhes precisos sobre a pesquisa.
Também como foco no relato, falamos sobre a Biblioteca Digital da UFRGS, na qual utilizamos as dissertações acadêmicas como fonte (inesgotável) de pesquisa.
Observamos que ainda não conhecemos a Biblioteca da UFRGS, fisicamente.
Constatamos que é perfeitamente possível realizar pesquisa a distância, no sentido de obter as informações e dados necessários ao tema e quanto à distância entre os integrantes do grupo.
Quase me esqueço de falar à pergunta que escolhemos para desenvolvermos o nosso PA (projeto de aprendizagem): “O que é sonambulismo?”. Digo que quase me esqueço da pergunta do projeto, porque a nossa aprendizagem marcante foi como explorar projetos de aprendizagem na educação á distância.
E o que fomos apresentar com humildade e ao mesmo tempo orgulho e satisfação em realizar o sonho de participar do 4° e 5° Salão da UFRGS de Graduação e EAD em Porto Alegre, não foi apenas o “produto final”, no caso a pesquisa sobre o tema. Mas todo o processo realizado para chegar até ele. Esta foi uma caminhada repleta de anseios, curiosidades, amizade, divergências de opinião, surpresas e obstáculos e muita colaboração, que contribuíram para o meu conhecimento, para o meu crescimento pessoal e para a minha caminhada profissional.
Agora eu sinto que posso ir além, perdi o medo e acredito que todos os colegas de curso também podem.
Tenho grandes projetos futuros e se Deus quiser ( e ele quer e eu também) e com a minha força de vontade, vou conseguir.
O resumo explanado era sobre o Projeto de Aprendizagem que realizamos no Semestre V, Interdisciplinas de Seminário Integrador V e Projeto Pedagógico em Ação, professor (as) Nádie Christina Ferreira Machado e Eliana Ventorini.
No resumo explanado descrevemos nossas descobertas sobre o tema pesquisado, mas nosso objetivo maior foi destacar a utilização das ferramentas tecnológicas, através do Rooda, no Webfólio do grupo, criado por nós (Rooda é uma das plataformas disponibilizadas pela UFRGS para o trabalho pedagógico á distância) e do Pbwork (uma ferramenta que permite a interação, a criação de páginas e a construção coletiva de conteúdos) para desenvolver uma metodologia de trabalho à distância, no nosso caso o PA (Projeto de Aprendizagem).
Descrevemos a importância dos encontros virtuais entre os integrantes do grupo, através também do MSN (Chats) e troca diária de e-mails.
Não esquecemos de evidenciar todos os registros que fizemos no Diário de Bordo do Grupo no Rooda, onde citávamos tanto o rendimento do grupo nos encontros presenciais, quanto nos virtuais.
O Fórum foi a “estrela” da apresentação por ter sido criado e mediado pelas componentes do grupo durante todo o projeto. Servindo como um espaço de interação entre o grupo. Espaço onde marcávamos desde a hora e o local dos encontros, até a listagem de perguntas para entrevistas e detalhes precisos sobre a pesquisa.
Também como foco no relato, falamos sobre a Biblioteca Digital da UFRGS, na qual utilizamos as dissertações acadêmicas como fonte (inesgotável) de pesquisa.
Observamos que ainda não conhecemos a Biblioteca da UFRGS, fisicamente.
Constatamos que é perfeitamente possível realizar pesquisa a distância, no sentido de obter as informações e dados necessários ao tema e quanto à distância entre os integrantes do grupo.
Quase me esqueço de falar à pergunta que escolhemos para desenvolvermos o nosso PA (projeto de aprendizagem): “O que é sonambulismo?”. Digo que quase me esqueço da pergunta do projeto, porque a nossa aprendizagem marcante foi como explorar projetos de aprendizagem na educação á distância.
E o que fomos apresentar com humildade e ao mesmo tempo orgulho e satisfação em realizar o sonho de participar do 4° e 5° Salão da UFRGS de Graduação e EAD em Porto Alegre, não foi apenas o “produto final”, no caso a pesquisa sobre o tema. Mas todo o processo realizado para chegar até ele. Esta foi uma caminhada repleta de anseios, curiosidades, amizade, divergências de opinião, surpresas e obstáculos e muita colaboração, que contribuíram para o meu conhecimento, para o meu crescimento pessoal e para a minha caminhada profissional.
Agora eu sinto que posso ir além, perdi o medo e acredito que todos os colegas de curso também podem.
Tenho grandes projetos futuros e se Deus quiser ( e ele quer e eu também) e com a minha força de vontade, vou conseguir.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Educação de Pessoas com Necessidades Especiais
A partir do livro "Conhecendo o aluno com deficiência física" de Bersch e Machado, observei na página 18 do capítulo I, que independente da deficiência física do aluno, ele responderá aos desafios diários encontrados no meio (no caso na escola de ensino regular) a partir do desenvolvimento de novas habilidades ou de habilidades que não desenvolvera.
O que comprova isto são os estudos sobre plasticidade neural, que demonstra que o “ser humano é ilimitado, apesar das condições genéticas ou neurológicas”.
O aluno então, independente da sua condição, aprende com o colega, com a sua turma, com a professora, com a escola, com os pais...
Mas, seguindo estes estudos e partindo do ponto que temos que tratar o aluno deficiente com a maior normalidade possível, já que ele mesmo pode superar suas deficiências e limites, então, não teríamos que nos deter em preparar atividades a parte para este aluno. As aulas seriam para “todos”.
O que comprova isto são os estudos sobre plasticidade neural, que demonstra que o “ser humano é ilimitado, apesar das condições genéticas ou neurológicas”.
O aluno então, independente da sua condição, aprende com o colega, com a sua turma, com a professora, com a escola, com os pais...
Mas, seguindo estes estudos e partindo do ponto que temos que tratar o aluno deficiente com a maior normalidade possível, já que ele mesmo pode superar suas deficiências e limites, então, não teríamos que nos deter em preparar atividades a parte para este aluno. As aulas seriam para “todos”.
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